Translate

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Um jardim no computador - Amarílis

Mesmo nos dias tristes e chuvosos as flores abrem-nos a sua beleza e alegram-nos o coração...


... em vermelho ou em luminoso branco...



 ...com suaves pétalas em verde e rosa.


 Uma promessa em botão...

... ou um desenho num caderno.
Como não amar as flores?!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Caravelas, caravelas...


Dos reinos de Portugal e de Espanha largaram as caravelas, abrindo oceanos e esperanças.
Primeira etapa: No cais, preparando a viagem.




Segunda etapa: Em alto mar, sob uma lua de Pedra.




Terceira etapa: O vigia na noite - Terra à vista!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Marvão





Passear em Marvão é como passear  através do tempo e da história. Vale sempre a pena...

domingo, 27 de maio de 2012

Engrenagens



Assim são as engrenagens da vida, rodas dentadas que nos envolvem e nos trituram. Relógios, moinhos, fábricas de sonhos e de pesadelos...

sábado, 26 de maio de 2012

Aqueles antigos comboios...



Comboios que levavam metade de um dia de Lisboa ao Algarve - alguns levavam a noite inteira - e onde os passageiros repartiam os lanches uns com os outros. E quando paravam nas estações havia sempre vendedores de amendoins, rebuçados ou bilhas de água fresca...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Música, com amor.


O consolo da música, que nos ocupa os tempos livres, nos distrai de dolorosos problemas e nos aquece os corações com a sua forma muito própria de ternura.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Big brother



Big brother, o olho de deus que tudo vê, o olho ameaçador do diabo...  Não sei bem, mas o céu tem destas coisas. Esta é uma foto "pura e dura", não é nenhuma criação digital. Este olho diabólico formou-se sobre Almada às 18:27 do dia 5 de Fevereiro deste ano. Teria sido um aviso?

quarta-feira, 23 de maio de 2012

As mãos




As mãos

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
Manuel Alegre, O Canto e as Armas

terça-feira, 22 de maio de 2012

Castanhas assadas


Vendedora de castanhas assadas na rua, um dos perfumes do Outono na cidade. Para aquecer as mãos e os corações, como diz o fado:

Na Praça da Figueira,
ou no Jardim da Estrela,
num fogareiro aceso é que ele arde.
Ao canto do Outono,à esquina do Inverno,
o homem das castanhas é eterno.
Não tem eira nem beira, nem guarida,
e apregoa como um desafio.

É um cartucho pardo a sua vida,
e, se não mata a fome, mata o frio.
Um carro que se empurra,
um chapéu esburacado,
no peito uma castanha que não arde.
Tem a chuva nos olhos e tem o ar cansado
o homem que apregoa ao fim da tarde.
Ao pé dum candeeiro acaba o dia,
voz rouca com o travo da pobreza.
Apregoa pedaços de alegria,
e à noite vai dormir com a tristeza.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais calor p'ra casa.

A mágoa que transporta a miséria ambulante,
passeia na cidade o dia inteiro.
É como se empurrasse o Outono diante;
é como se empurrasse o nevoeiro.
Quem sabe a desventura do seu fado?
Quem olha para o homem das castanhas?
Nunca ninguém pensou que ali ao lado
ardem no fogareiro dores tamanhas.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais amor p'ra casa.


  Música de Paulo Carvalho, letra de Ari dos Santos.


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Aldeia, onde o passado ainda é presente




Número 10 desta série. Uma rua toda em degraus que era o trajecto mais rápido da minha casa para a minha escola primária. Doces memórias e já lá vão tantos anos...

Mina de São Domingos



De passagem, numa tarde quente de Verão. Uma pequena paragem, pretexto para desentorpecer as pernas e bater algumas fotos.


domingo, 20 de maio de 2012

Aloendro



Flores são para toda a vida. Para o nascimento, o amor, a morte... Flores de eterno encanto!

sábado, 19 de maio de 2012

Moinhos de vento


Mais  um Quadrado a Preto e Branco, desta vez o nº. 158. Moinho em terra, remando contra as marés da energia...



sexta-feira, 18 de maio de 2012

A reprimenda



Por vezes os animais parecem mesmo assumir poses e sentimentos humanos... O flamingo da esquerda está mesmo zangado com os da direita!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Páginas de velhos livros



Manequins na chamada "Mina dos Mouros", em Alcoutim.

...Impérios construídos sobre trabalho escravo nunca têm um bom final...

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Livro de Viagens 16


De uma série a que chamei "Livro de Viagens".
Para esta página o subtítulo Cartas de Longe, a evocar memórias de quando a minha bisavó era, como diziam as mulheres dos arredores da aldeia que não tinham tido a felicidade de aprender a ler, a "escreventa" a quem ditavam as cartas para os maridos, filhos e irmãos, emigrados para o Brasil ou a Argentina. À minha bisavó sucedeu a minha mãe, e embora eu fosse criança ainda me recordo de assistir a esses momentos de escrita. "Ponha aí que tenho muitas saudades dele..."

terça-feira, 15 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Vento infernal - Hell winds



O calor do vento torra as cores da cidade e desenha rugas nos corações das gentes...

domingo, 13 de maio de 2012

Quadrados a Preto e Branco 210





Passada uma longa ausência decidi revitalizar o ISO 100. E recomeçar com uma foto pertencente à série "Quadrados a Preto e Branco". Aqui o ouve-se o silêncio das rochas adormecidas no alto da Foia. Um lugar onde a paz parece encontrar-se mais perto da Terra...